domingo, 1 de março de 2020

A VOZ DA RAZÃO... NÃO SE ALTERA.

     Atacar, demonstrar indignação, "falar mais alto", buscar a comiseração pública, eis alguns dos primeiros expedientes adotados por aqueles que precisam à todo custo, desviar o foco dos seus erros ou mazelas.

      Mas, até que ponto isso funciona ?

      Quando são suscitadas determinadas dúvidas, questões e situações polêmicas, eis que surge o vitimismo e o anseio pela comiseração já citada.

      Quando textos descrevendo práticas pouco ortodoxas surgem, e quando estes tocam a ferida ou melhor, criam certos pontos dissonantes do desejo de quem precisa manter-se abaixo da linha do radar, ou seja, sem chamar atenção, e mesmo sem citar nomes, locais, datas, geram uma certa animosidade por parte de alguns, fica claro, que alguns "calos" foram pisados.

         Normalmente unem forças com seus parceiros habituais ou de ocasião, tentam demonstrar uma retidão que todo aquele que a possui realmente, não sente a necessidade de defender, pois sabe que está acima de qualquer suspeita, e avaliação mais amiúde.

        Ameaçam "judicializar" as situações que lhes são desconfortáveis, sempre no estilo... "quem avisa, amigo é..." , que bem poderia ser traduzido como... " tomara que cole...", na crença de que todos temem como eles, uma visita as barras de um tribunal.

           Alguns compram estas bravatas, outros não.

           Eu particularmente não compro este tipo de "gritaria", pois sei que a sanha por desviar os holofotes os faz esquecer de pequenos princípios jurídicos, que podem levar determinados questionamentos a judicialização também, e que esta pode transformar-se em reconvenção, e resultar na constatação da litigância de má fé na tentativa de "abafar" certas situações, e questionamentos que virão a luz do processo.

                 Quem ficaria preocupado(a) observando um quadro como este ? O que tem de tão 
                 "perigoso" apontar as melhores e as piores práticas ?

           Ainda aguardo alguém que explique para os moradores, a verdadeira responsabilidade do gestor (síndico) seja ele eleito ou contratado, proprietário ou não, que deixe clara a responsabilidade solidária daqueles que compoem o conselho fiscal, e claro, o significado para o condomínio da "ação regressiva".

              Seguirei descrevendo as piores práticas sempre, condenando-as, e apontando todos os meios de que dispoem os condôminos/moradores, para manter a retidão e a ética dentro do condomínio.

              Afinal, ninguém decidiu pela moradia em condomínio para ter dor de cabeça certo ?

              Ouví de uma moradora de um condomínio outro dia, que certas pessoas não podem ver uma carapuça que correm para vestí-la.

              E deixo uma pergunta no ar;

              " Quem precisa preocupar-se com a descrição das piores práticas ? "

              Se você vive em condomínio, pense nisso... observe, questione, fique atento(a) as reações daqueles que lidam com o condomínio.

              

                  Quem ficaria "indignado" com o texto acima ? 

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